Há dois meses estou absolutamente imersa no tema da Economia Criativa no Movimento Minas, o que tem sido muito interessante e feito com que me lembrasse dos tempos da Cultura Digital no Ministério da Cultura.
De fato e curiosamente – já que não acredito em coincidências – a primeira vez em que estive com o então Ministro Gilberto Gil e encontrei pessoalmente o José Murilo, conhecido da lista Metáfora, foi no Fórum Internacional de Indústrias Criativas em 2005, quando morava em Salvador.
Hoje iniciamos o desafio de gerar colaboração em rede justamente com a proposta de articulação (que me remete à lista articuladores, que fortaleceu princípios da cultura livre no Programa Cultura Viva) a partir da seguinte pergunta: Qual é a sua ideia para integrar pessoas, negócios e iniciativas criativas em Minas?
Há duas questões importantes e inovadoras na abordagem do Movimento Minas: a primeira delas é que temos um órgão governamental disposto a prototipar e testar políticas públicas, utilizando-se da metodologia do Design Thinking. A segunda é o olhar integrado para a diversidade e singularidade – o “glocal” – ao tratar a Economia Criativa não por setores, como os ingleses que definiram 13 caixinhas, mas como áreas do conhecimento e profissionais interdisciplinares.
E como diriam há dez anos, vamos que vamos!

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