Apresentação ocorrida durante o Seminário Novas Ferramentas e Metodologias para Participação Social.
Na ocasião mostrei um pouco de minha pesquisa de mestrado, cuja dissertação está disponível aqui.
Explico a Abordagem sistêmica adotada com as seguintes ferramentas
- Entrevistas semi estruturadas para captar a visão dos gestores;
- Mapeamento e análise instrínseca de consultas interativas já realizadas no âmbito do Governo Federal brasileiro;
- Teste de usabilidade de caráter exploratório para captar a percepção de jovens;
- Análise dos testes a partir do método de avaliação de comunicabilidade para verificar o diálogo entre as plataformas e as pessoas;
- Questionário online para captar a percepção dos ativistas.
Mapeamento das consultas públicas
- Tema e público da consulta;
- Natureza (portaria, regulamentação de lei, anteprojeto, etc);
- Objetivo da consulta (referendar uma decisão já tomada, construir um projeto de lei ou instrução normativa, revisar leis, buscar opinião das pessoas);
- Metodologia de consulta (por etapas, debate estruturado, comentário por parágrafo, voto de prioridades, concordar/discordar, wiki survey);
- Tecnologia adotada (WordPress, Noosfero, integração com redes sociais, uso de recursos multimídia);
- Interface e modelo conceitual de participação (metodologia de interação, navegabilidade, usabilidade, formatos e níveis de participação, levando em conta os princípios de design de interação e critérios ergonômicos de usabilidade);
- Resultados em termos de; participação quantitativa e qualitativa, aplicabilidade dos resultados, feedback aos participantes, implementação de política pública.
Os resultados e recomendações estão na apresentação.